O agronegócio brasileiro, pilar da economia nacional, enfrenta uma crise sem precedentes. Os números são alarmantes e deixam claro: o campo está à beira do colapso financeiro. No terceiro trimestre de 2025, os pedidos de recuperação judicial de produtores rurais dispararam 147% em relação ao mesmo período de 2024, com impressionantes 628 novas solicitações à Justiça. No acumulado até setembro, o Brasil já registrou 1.582 processos de recuperação judicial no setor agropecuário.
Esses números não são apenas estatísticas. Eles representam milhares de agricultores desesperados, buscando pela última vez uma saída legal para seus problemas financeiros. Representam famílias que veem décadas de trabalho desaparecerem diante da impossibilidade de honrar dívidas. E representam uma ameaça direta à segurança alimentar e à prosperidade do Brasil.
Uma esperança surge no horizonte: o crédito internacional
Em meio a esse cenário desolador, onde os bancos nacionais fecham comportas e os produtores rurais enfrentam a falência, surge uma alternativa que pode reescrever a história do campo brasileiro: o crédito internacional.
Luciano Bravo, o Mentor do Crédito Internacional, lidera uma iniciativa revolucionária que coloca dois bilhões de euros à disposição de empresas brasileiras do setor agropecuário. Em parceria com fundos de investimentos internacionais, Bravo criou um mecanismo que oferece crédito a produtores rurais, justamente aqueles que os bancos nacionais rejeitaram.
“O crédito internacional não é apenas uma alternativa para empresas em recuperação judicial. É uma tábua de salvação para o agronegócio brasileiro”, afirma Bravo. “Enquanto os bancos nacionais fecham as portas por medo, o mercado internacional vê oportunidade no campo brasileiro”.
Por que empresas em RJ podem sair da crise usando crédito internacional
É aqui que o crédito internacional muda completamente o jogo. E a razão é simples, elegante e revolucionária: o crédito internacional não trava o imóvel. Ele o utiliza para alavancar muito mais crédito.
Vamos ao exemplo concreto: um produtor rural deve R$ 60 milhões e possui um imóvel avaliado em R$ 300 milhões. No sistema bancário brasileiro, o imóvel inteiro fica travado como garantia, mesmo que apenas 20% dele seja necessário para cobrir a dívida. O produtor fica preso, sem capacidade de crescer, sem poder acessar capital adicional.
No crédito internacional, o processo é radicalmente diferente. Com a possibilidade de liberação judicial (que já está ocorrendo em operações estruturadas atualmente), o imóvel de R$ 300 milhões vem para a mesa de negociação. Um especialista em crédito internacional pode estruturar um financiamento que ofereça no mínimo R$ 100 milhões de crédito contra esse ativo.
O produtor deve R$ 60 milhões? Excelente. Ele paga a dívida antiga e fica com R$ 40 milhões em caixa livre para investir em modernização, expansão, inovação e crescimento. É exatamente o oposto do que o banco brasileiro oferece: em vez de sufocação, é libertação. Em vez de fim do caminho, é o começo de uma nova jornada.
Project Finance Assets Investment: o turbo do crédito internacional
Mas tem mais. Muito mais. Atrelado a essa capacidade de dar mais crédito sobre o imóvel que segura a dívida, existe um processo ainda mais poderoso: o Project Finance Assets Investment (PFAI). Este é o verdadeiro diferencial do crédito internacional. Enquanto o produtor sai da recuperação judicial usando o imóvel como garantia, ele pode simultaneamente estruturar um projeto financeiro com criação de ativo. Isso significa que o crédito não é apenas baseado em garantias estáticas (o imóvel), mas em fluxos de caixa futuros e ativos em desenvolvimento.
Aqui está como funciona: O produtor sai da garantia imobiliária tradicional e entra em uma estrutura de leverage através de garantia de projeto financeiro. Em vez de apenas ter um imóvel travado, ele tem:
- Crédito liberado contra o imóvel (como explicado acima).
- Crédito adicional estruturado através de Project Finance, baseado em projetos de expansão, modernização ou novos negócios que gerem fluxo de caixa.
- Criação de novos ativos que, por sua vez, podem servir como garantia para crédito futuro.
Luciano Bravo, o Mentor do Crédito Internacional, em parceria com fundos de investimentos internacionais, dispõe de dois bilhões de euros para estruturar exatamente esse tipo de operação. Bravo compreende não apenas o crédito internacional, mas a engenharia financeira necessária para transformar empresas em recuperação judicial em empresas altamente alavancadas e em crescimento acelerado.
“O que os bancos brasileiros não entendem é que recuperação judicial não é o fim. É uma oportunidade estrutural de reestruturação financeira”, explica Bravo. “Quando você pega uma empresa com R$ 300 milhões em ativos e apenas R$ 60 milhões em dívida, você não está olhando para uma empresa falida. Você está olhando para uma máquina de criar riqueza que foi sufocada pelo sistema bancário nacional”.
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