Michel Laub: Política e teatro em novas séries sobre Mussolini, Menem e Collor | Eu &
Economia1. “Somos poucos e estamos mortos”, diz um Benito Mussolini ficcional logo no início de “M., o filho do século”, primeiro volume da trilogia que Antonio Scurati escreveu sobre o líder do fascismo italiano (Intrínseca, 810 págs., tradução de Marcello Lino). Alguns parágrafos adiante, o mesmo personagem como que se desmente: “Nesta sala semivazia (…) procuro o pulso da multidão e tenho certeza de que meu público está presente (…). Eu sou o homem do ‘depois’”.
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