Já na primeira visita, estranhei a ausência de porteiro num edifício com 28 apartamentos. E impliquei com o tamanho do elevador. Achei apertado e exagerada a carga máxima de seis pessoas. Éramos cinco dentro e eu já estava incomodada. E se o elevador parar, perguntei, para espanto do corretor, que me devolveu um olhar de dúvida ou pena. Não para, ele disse, de costas para mim. E se parar? Ele apontou o número da emergência numa plaquinha. Paramos no sétimo, onde acabamos por morar.
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