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Queda do dólar pode dificultar luta contra aço importado, diz Gerdau | Empresas

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A queda do dólar pode representar diferentes efeitos para a Gerdau, na visão de Rafael Japur, diretor financeiro da companhia, nesta terça-feira (24). Como a empresa tem operação nos Estados Unidos e no Brasil, a desvalorização da moeda americana traz impactos diferentes para cada atividade.

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“A desvalorização do dólar frente ao real é ruim para empresas que estão lutando contra as importações, como a Gerdau e outras empresas do setor de aço”, disse Japur, em entrevista coletiva sobre os resultados da companhia. “O cenário aumenta a competitividade do material importado que chega no Brasil.”

Na visão de Japur, como a desvalorização do dólar tem ocorrido frente a várias outras moedas, e não somente ao real, há um reequilíbrio sob o ponto de vista da competitividade: “Não está difícil só para o mercado brasileiro de exportar, mas para outros países também.”

“Como o movimento ocorre globalmente, nos preocupa menos”, disse o executivo.

No segmento da Gerdau na América do Norte, como o resultado é apurado em dólar, a desvalorização da moeda é negativa, segundo Japur: “Se o real vale mais frente ao dólar, aqueles dólares que eu gero de lucro nos Estados Unidos passam a valer menos reais quando trago para o Brasil.”

Ainda assim, o diretor financeiro da Gerdau faz uma ponderação: “Então, do ponto de vista de quantidade de lucro, parece pior. Mas quando pensamos em quantidade de dinheiro, podemos também usufruir nossos dólares lá nos Estados Unidos. Então, não é necessariamente algo pior para o negócio da América do Norte.”

“Pelo contrário, um dólar mais desvalorizado até aumenta a possibilidade de que o negócio dos Estados Unidos seja menos suscetível à entrada de matéria importada”, completa o executivo.

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