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Pfizer corta preços de remédios e amplia investimentos nos EUA

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A farmacêutica Pfizer anunciou nesta terça-feira (30) um acordo com o governo Donald Trump para reduzir os preços de seus medicamentos nos Estados Unidos e investir US$ 70 bilhões em pesquisa e produção no país. O anúncio foi feito em evento realizado no Salão Oval da Casa Branca, com a presença do presidente americano e do diretor-executivo da companhia, Albert Bourla.

“É um dia histórico, porque estamos mudando o rumo e revertendo uma situação injusta”, afirmou Bourla, destacando que, por anos, os americanos arcavam com “um custo desproporcional” pelos remédios.

O acordo atende a quatro exigências apresentadas por Trump em carta enviada em julho às principais farmacêuticas. Entre as medidas, a Pfizer se compromete a praticar preços equivalentes aos de outros países desenvolvidos e a disponibilizar medicamentos por meio da plataforma governamental TrumpRx.gov, com descontos que podem chegar a 85%.

Trump celebrou o anúncio como uma vitória para os consumidores.

“As pessoas iam ao Canadá, ao México e a outros lugares para comprar medicamentos. Agora não precisarão mais fazer isso. Acho que este é um dos dias mais importantes que qualquer pessoa poderá viver”, declarou.

Além da redução de preços, a Pfizer recebeu do governo um período de carência de três anos para transferir sua produção para os EUA. Durante esse tempo, a empresa ficará isenta da tarifa de 100% sobre medicamentos importados, que entra em vigor em 1º de outubro.

O CEO da Pfizer afirmou que a empresa “tem agora a certeza e a estabilidade necessárias” para expandir sua presença no mercado americano, destacando que os novos investimentos se somam a mais de US$ 83 bilhões já aplicados entre 2018 e 2024 em pesquisa e inovação nos EUA.

A iniciativa marca a primeira resposta direta de uma grande farmacêutica à ordem executiva assinada por Trump em maio, que exigia cortes de preços no prazo de 30 dias. Segundo a Casa Branca, a medida pode beneficiar até 100 milhões de americanos, especialmente os que dependem de medicamentos de uso contínuo.

O secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., comentou em tom descontraído que a pressão de Trump para fechar o acordo lhe causou “ansiedade”, acrescentando: “Isso é liderança de verdade”.

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