De acordo com o site, na ação movida pela Oi, que está sob controle de administrador judicial, a empresa de telecom acusa as gestoras de abuso de poder e prática de atos ilícitos contra os interesses da companhia. Ainda menciona conflito de interesse, já que a assessoria financeira contratada pelos “bondholders”, então principais acionistas da Oi detentores de 58,28% da empresa, tinha honorários que somavam US$ 12,5 milhões atrelados ao pagamento prioritário dos credores.
Na decisão, a juíza Simone Chevrand da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) , entendeu que o arresto é necessário até que se avalie eventuais prejuízos causados pelas rés, que tinham se tornado principais acionistas da Oi.
O pagamento de créditos extraconcursais está suspenso diante da deterioração da situação financeira da companhia, que acumula débitos em aberto que somam R$ 2 bilhões. A juíza, contudo, entendeu que os “bondholders” podem exercer os direitos políticos decorrentes dos créditos, como voto em assembleia e direito a veto.
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