O Iguatemi apresentou um lucro de R$ 145 milhões no quarto trimestre de 2025, representando um crescimento anual de 3%. No mesmo período, as receitas somaram R$ 416 milhões, alta de 14,4% em um ano.
Os custos dos bens e serviços vendidos totalizaram R$ 110,2 milhões, redução de 2,4% em um ano. Com isso, o lucro bruto — diferença entre receitas e custos — ficou em R$ 305,8 milhões, alta anual de 22%.
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As despesas operacionais ficaram em R$ 39 milhões, muito acima das despesas de R$ 4,9 milhões reportadas há um ano. Já o resultado financeiro piorou em cerca de 34,2% em um ano, ficando negativo em R$ 106,1 milhões. De acordo com a empresa, essa variação reflete, principalmente, o aumento do CDI no período — 3,59% no quarto trimestre de 2025 versus 2,68% no quarto trimestre de 2024 — e a elevação de 17,2% da dívida líquida.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 306,1 milhões, alta de 1,7% na base anual.
O indicador de vendas nas mesmas lojas cresceu 5,9% no quarto trimestre de 2025, ante o crescimento de 9,5% apresentado um ano antes. A taxa de ocupação recuou de 97,7% para 96,7%. Já os aluguéis nas mesmas lojas cresceram 6,6% no último trimestre, desacelerando frente o crescimento de 7,6% apresentado no mesmo período de 2024.
O custo de ocupação médio no período representou 10,4% das vendas, queda de 0,1 ponto percentual.
A companhia encerrou o mês de dezembro com uma dívida líquida de R$ 2,21 bilhões, ante a dívida de R$ 2,14 bilhões do final de setembro, levando a uma alavancagem — medida pela razão da dívida sobre o Ebitda — de 1,74 vez.
No acumulado de 2025, a companhia teve lucro de R$ 582,4 milhões, e receita de R$ 1,50 bilhão.
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