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Ex-presidente sul-coreano pede perdão após ser condenado à prisão perpétua por insurreição | Mundo

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O ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, pediu desculpas nesta sexta-feira por ter declarado lei marcial, que durou poucas horas, em dezembro de 2024. Na quinta-feira, Yoon foi condenado à prisão perpétua pelo tribunal de Seul por arquitetar uma insurreição.

Em uma declaração divulgada por seus advogados, Yoon afirmou que, embora estivesse arrependido pela “frustração e dificuldade” impostas ao povo por seu decreto de lei marcial, mantinha-se firme quanto à “sinceridade e ao propósito” por trás de suas ações.

A decisão do Tribunal Distrital Central de Seul de condená-lo à prisão perpétua na quinta-feira foi “predeterminada”, disse ele, acrescentando que o veredito foi uma retaliação política.

“Forças que buscam difamar uma decisão tomada para salvar a nação como uma ‘insurreição’ e usá-la, além de ataques políticos, como oportunidade para expurgar e eliminar seus oponentes, só se tornarão mais desenfreadas daqui para frente”, afirmou.

Yoon também questionou se apresentar um recurso teria sentido em um ambiente judiciário que, segundo ele, não há independência, ao mesmo tempo em que pediu a seus apoiadores que “se unam e se levantem”.

Seus advogados afirmaram separadamente que a declaração não significa intenção de abrir mão de recorrer da decisão.

A declaração de lei marcial de Yoon durou cerca de seis horas antes de ser derrubada pelo Parlamento. Nesse período, O ex-presidente tentou enviar tropas à casa legislativa para deter os parlamentares da oposição.

O episódio provocou crise política no país com protestos nas ruas.

Yoon, que é ex-promotor de carreira, negou as acusações, argumentando que tinha autoridade presidencial para declarar lei marcial e que sua ação tinha como objetivo alertar sobre o que chamou de obstrução do governo por partidos de oposição.

Um promotor especial havia solicitado a pena de morte para Yoon, embora a Coreia do Sul não realize execuções desde 1997. Ele afirmou na quinta-feira que a equipe tinha certo “arrependimento” quanto à sentença, mas se recusou a dizer se pretende recorrer para a pena de morte.

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