Mesmo com a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de considerar ilegais as “tarifas recíprocas” impostas pelo presidente Donald Trump em abril de 2025, ainda há risco de o Brasil ficar sujeito a tarifas tão gravosas quanto por meio de outras bases legais americanas, como a Seção 301, diz o diplomata Roberto Azevêdo, ex-diretor geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).
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