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Engie está confortável frente à previsão para ‘curtailment’ em 2026, diz diretor de renováveis | Empresas

A Engie está em posição confortável para a realidade esperada de “curtailment” em 2026, segundo o diretor de energias renováveis e armazenamento da companhia, Guilherme Ferrari. “Existe uma energia de reserva que deixamos preservada para cobrir o curtailment”, disse ele, em teleconferência de resultados nesta quinta-feira (26). “Temos posição adequada à realidade do mercado para curtailment em 2026”.

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O curtailment, no jargão do setor, é o corte de geração em geral eólica ou solar, promovido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) quando há restrição para transporte de energia nas linhas de transmissão, excesso de geração frente ao consumo ou falta de demanda em relação à geração.

A Engie informou, na quarta-feira (25), uma queda de 42,2% no lucro líquido atribuído a acionistas no quarto trimestre de 2025, para R$ 617,4 milhões. O lucro líquido consolidado no período foi de R$ 726 milhões, de acordo com a companhia.

Segundo Ferrari, o curtailment representou 6% da geração total da companhia no quarto trimestre. O número de consumidores livres da Engie aumentou 23,9% no trimestre, para 2.297.

Para 2026, o diretor afirmou que o crescimento de ativos renováveis é limitado por conta da sobreoferta de energia e alto curtailment. “Não vislumbramos oportunidades para novos projetos de plantas eólicas e solares”, disse.

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