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Eduardo Bolsonaro reage à ordem da PF para retomar cargo

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu nesta sexta-feira (2) à determinação da Polícia Federal para que ele retome as atividades como escrivão. Ele comparou a corporação à “Gestapo” e chamou a chefia da PF de “bajuladores de tiranos”.

“Não abdiquei de todos os privilégios parlamentares para me sujeitar aos caprichos dos bajuladores de tiranos, que chefiam a Polícia Federal. Que a Gestapo faça o que bem entender com meu concurso público, jamais trocaria minha honra por um emprego na burocracia pública”, afirmou na publicação.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Eduardo disse que, apesar de não ter “condições” de voltar ao Brasil, lutará para manter o cargo. No dia 31 de dezembro, o diretor de gestão de pessoas substituto da PF, Licínio Nunes de Moraes Netto, assinou a ordem de retorno.

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O documento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta (2). Eduardo deveria voltar a atuar na Delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis (DPF/ARS/RJ).

“Gostaríamos de ver o serviço público prestando esse tipo de atenção e preciosismo no combate a verdadeiros traficantes, assassinos e criminosos do colarinho branco. Mas bem sabemos que, para aqueles que têm bom contato na Suprema Corte Federal — os amigos dos reis — nada acontece”, criticou o ex-deputado na gravação.

Segundo a ordem da PF, “a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”. O filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está nos Estados Unidos com a família desde março do ano passado.

Eduardo teve o mandato de deputado federal cassado pela Mesa Diretora da Câmara por faltas, em 18 de dezembro. O ex-parlamentar disse ter recebido “com orgulho mais esse capítulo da perseguição judicial” e prometeu lutar pelo cargo na PF.

“Não entregarei meu cargo de mãos beijadas. Vou lutar por ele, batalhei para ser aprovado neste concurso. Querem pegar minha aposentadoria da PF e meu porte de armas”, disse.

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