São João de Meriti inicia janeiro de 2026 diante de uma decisão crucial para o futuro financeiro do município. O decreto de calamidade financeira atualmente em vigor vence em 3 de janeiro de 2026, enquanto a dívida pública já alcança aproximadamente R$ 1,4 bilhão, conforme os últimos dados consolidados até o segundo semestre de 2025.
Com o fim do prazo, a Prefeitura terá apenas dois caminhos possíveis: prorrogar novamente o decreto, mantendo o município sob regime excepcional, ou encerrar oficialmente o estado de calamidade, assumindo a necessidade de apresentar um plano concreto de reorganização das contas públicas.
O decreto de calamidade impacta diretamente a administração municipal, influenciando contratos, despesas, prazos de pagamento e o nível de transparência da gestão. Por isso, a decisão a ser tomada agora em janeiro tem reflexos diretos na vida dos servidores públicos, fornecedores e da população em geral.
De acordo com levantamento publicado na última matéria do Jornal de Meriti, a situação financeira pode se agravar ao longo de 2026. Considerando restos a pagar, passivos previdenciários, ações judiciais, precatórios e correções financeiras, a projeção indica que a dívida do município pode ultrapassar a marca de R$ 2 bilhões caso não haja mudanças estruturais na condução fiscal.
Até o momento, não houve comunicado oficial informando se o prefeito irá prorrogar ou encerrar o decreto após o vencimento. A ausência de um posicionamento público aumenta a pressão sobre o Executivo e gera insegurança quanto ao futuro financeiro da cidade.
O Jornal de Meriti segue acompanhando o caso e reforça a importância da transparência, da prestação de contas e de um posicionamento claro por parte da Prefeitura sobre os próximos passos da gestão fiscal.
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