A carteira de pedidos da Romi chegou a R$ 750,3 milhões no quarto trimestre de 2025, um crescimento de 15,1% na comparação anual, mas queda de 16,2% na comparação trimestral. O destaque fica por conta da divisão de máquinas Burkhardt + Weber (B+W), que registrou R$ 494,6 milhões em pedidos, um avanço anual de 39%.
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Os pedidos de máquinas Romi recuaram 14,6% no ano, para R$ 200,2 milhões, e os da divisão de fundidos e usinados caíram 9,6%, para R$ 55,5 milhões. Já a entrada de pedidos totais no quarto trimestre foi de R$ 182,8 milhões, uma queda anual de 47,4%, com piora em todas as unidades.
A unidade de máquinas Romi registrou uma retração de 36,5% na entrada de pedidos em relação ao mesmo período de 2024, refletindo um ambiente com maior nível de incertezas no mercado doméstico.
“Nesse contexto, a Romi manteve o foco em iniciativas voltadas à prospecção de novos negócios, à expansão de sua presença em diferentes mercados e ao contínuo investimento em tecnologia e inovação, reforçando seu compromisso com a competitividade, a geração de valor e o sucesso de seus clientes”, afirmou a companhia, em comunicado divulgado nesta terça-feira (3).
A unidade fundidos e usinados apresentou um recuo de 30% na entrada de pedidos no quarto trimestre, quando comparada com o mesmo período de 2024, refletindo a desaceleração dos segmentos automotivo comercial e agrícola. Já as máquinas B+W tiveram uma entrada de pedidos de R$ 36,2 milhões, queda anual de 69,9%.
No acumulado de 2025, a entrada de pedidos chegou a R$ 1,32 bilhão, alta de 2% sobre o registrado em 2024.
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