O ex-ministro e presidente do Instituto Brasileiro de Mineração Raul Jungmann morreu neste domingo (18) em Brasília. O executivo pernambucano de 73 anos vinha tratando de um câncer no pâncreas. Segundo o Ibram, em nota, o velório ocorrerá em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.
Jungmann atuou como presidente do Ibama, teve três mandatos como deputado federal e ocupou cargos de ministro quatro vezes: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública.
Desde 2022, o político atuava como presidente do Ibram e, segundo o instituto, liderou uma “importante agenda de transformação do setor mineral, pautada pelos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI”.
“Sob sua liderança, o Ibram fortaleceu seu protagonismo institucional e seu compromisso com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global”, diz o instituto em nota.
Conforme o colunista de “O Globo” Lauro Jardim, Jungmann chegou a ficar internado por um longo período e foi para casa recentemente sob cuidados paliativos. No fim de semana, retornou ao hospital DF Star.
O Lide – Grupo de Líderes Empresariais – divulgou nota em que lamenta o falecimento de Jungmann, que era também o chefe do Lide Mineração. “Ao longo de sua trajetória, Raul Jungmann contribuiu para o fortalecimento e desenvolvimento estratégico do setor mineral brasileiro. Sua visão, capacidade de articulação e espírito público deixam um legado inestimável para a política, a economia e a sociedade brasileira”, destaca o comunicado.
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