A violência política nos Estados Unidos ganhou mais um capítulo na madrugada deste domingo (22). Um homem armado foi morto por agentes do Serviço Secreto após tentar invadir Mar-a-Lago, a residência do presidente Donald Trump em Palm Beach, na Flórida.
O incidente ocorreu por volta de 1h30, quando o suspeito, um homem de cerca de 20 anos vindo da Carolina do Norte, aproveitou a abertura do portão norte da propriedade — causada pela saída de um veículo — para tentar entrar no complexo.
Ele carregava uma espingarda e um galão de combustível. Os familiares do invasor haviam registrado seu desaparecimento dias antes, e investigações preliminares indicam que ele adquiriu a arma durante o trajeto em direção ao sul do país.
Confrontado por dois agentes do Serviço Secreto e um xerife do condado de Palm Beach, o homem recebeu ordens para largar os objetos. Ele abandonou o galão, mas apontou a arma contra os agentes — que reagiram na hora, impedindo o ataque.
Nenhum policial ou civil foi ferido. Trump e a primeira-dama, Melania, não estavam em Mar-a-Lago no momento da invasão.
O FBI e o Serviço Secreto agora trabalham em um perfil psicológico do invasor para determinar suas motivações, já que ele não era conhecido pelas autoridades policiais até o momento do crime.
Clima de hostilidade
Donald Trump já foi alvo de outras tentativas de assassinato — incluindo o atentado em Butler, na Pensilvânia, em julho de 2024, e um incidente em seu campo de golfe em West Palm Beach, em setembro do mesmo ano.
Mas o clima de hostilidade política que se instalou nos EUA vai além de Trump: o país também registrou ataques contra outras figuras públicas, incluindo o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk e atentados contra parlamentares e governadores.
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